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segunda-feira, 17 de agosto de 2009


Indefinido
Sentindo o frio dos dias quentes
Nas noites claras do infinito
Caminhei por entre as linhas do Universo...
Encontrando caído no céu um fragmento de sentimento, olhei para o não tão distante momento de alegria triste que outrora morria fora do lugar que o abrigava...
Será que a distância oculta no espaço de uma lágrima poderia se esvair tão lentamente que a luz não o consegue alcançar?
Respostas não são tão simples como uma questão geométrica polinomial...
Reflectivamente os instantes se posicionam para obscurecer aquilo que todos julgam conhecer, mas que são indefinidos como o horizonte: ninguém sabe onde começa e onde termina!

Silêncio
O Silêncio das
Palavras, às vezes, ensurdece... O Silêncio das Madrugadas pode enlouquecer... Mas o Silêncio é o momento de encontrar-se consigo mesmo E desabafar... De tirar de cima dos ombros a carga da viagem e descansar... Tempo de Refletir nos erros e prosseguir, corrigindo-os... È o Momento de se conhecer ainda mais, de descobrir-se... A Solidão é um bom lugar para se visitar, mas não para morar; É uma boa companheira para a incursão em nosso âmago... Escute o barulho do Silêncio, Ele te ensinará muitas Verdades que as palavras não sabem dizer...

Perguntas

Suplicante anseio borbulha
De intenso desejo
Escondido no porão da esperança...
Talvez seja simplesmente solidão
Coberta por um manto de melancolia
Que acordou com a brisa da saudade.
Não faço-me senhor das respostas
Mas escravo das perguntas...
Que encravilhadas na profundidade
Do íntimo requer claridade.
Nas noites escuras é vã a procura,
São esforços perdidos
No raiar da aurora
Com a escuridão dissipada
Pode-se procurar melhor.
Quisera ter as respostas
Assim não precisaria fazer as perguntas...